
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Desvaneios masculino

quinta-feira, 7 de abril de 2011
Choro de mulher
terça-feira, 22 de março de 2011
Se eu tivesse asas

quarta-feira, 16 de março de 2011
Sentindo os sentidos
domingo, 13 de março de 2011
Desafios

quarta-feira, 9 de março de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
Fervor
Cisquinho
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Dez poemas felizes

É e não era

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
FDP
Pesadelo
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
De quem eu estou falando?
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Dor de dente
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Perdido

Canto iluminado
domingo, 19 de dezembro de 2010
Réu
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Bom dia (mesmo de noite)

Quando abrimos a janela pela manhã e vemos o sol ali,
Anderson Rabelo
sábado, 30 de outubro de 2010
Pela Primeira Vez
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Decifra-me se puder
sábado, 11 de setembro de 2010
A Riscando
domingo, 22 de agosto de 2010
Tente Mudar
Olá galera,
às vezes faço algo que não é da proposta do blog, porém quero anunciar à vocês a nova banda que tá começando a surgir aí, VETOR SONORO composta por
Anderson Rabelo (que por acaso sou eu) - Guitarra solo e vocal
Lucas Sniper - Guitarra base e vocal
Marilson Tupiniquim - Bateria
Mateus Silva - Baixo e Vocal
Espero que curtam o som da banda, esta é a nossa primeira gravação.
Quem quiser conhecer mais é só acessar: http://www.myspace.com/vetorsonoro
Um abraço a tod@s,
Anderson Rabelo
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Nu vens...
terça-feira, 10 de agosto de 2010
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Censura
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
domingo, 1 de agosto de 2010
Bailando com a morte

Bailando com a morte
Quando eu morrer não derramem lágrimas sobre meu caixão,
reguem as plantas com elas, é mais necessário.
Quando eu morrer derramem, sim,
poemas,
gotas de tintas e,
se puder,
deixem uma caneta perto do meu coração,
significará que minha vida foi escrita com muito amor,
e que vivi de peito aberto ao mundo
e, agora, meu corpo escreve algo sob a terra.
Meu corpo é mais um livro que alguém leu, fechou e guardou.
Quem sabe no futuro alguém contará minha história?
Anderson Rabelo
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Trindade Santa
Olhos infantis
quinta-feira, 22 de julho de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
Sono
domingo, 18 de julho de 2010
quinta-feira, 8 de julho de 2010
...de cara limpa... desabafo de um falso-poeta, falso-eu, falso, ah, vai, você entendeu!!!

...de cara limpa...
entre sois e luas com gotas de estrelas no céu, paro para falar de mim, sem o pó que a poesia usa
para maquear o poeta, ou, com essa onda de a morte do autor lançada por Barthes, e de pensarem que o texto é uma brincadeira de palavras. Gostaria de pensar a vida, a minha vida, gostaria de desabafar e não descarregar sobre ninguém um peso que é meu e que é tão grande que prefiro partilhar com quem lê este blog, abraçar a proposta verdadeira da blogsfera, mas não um diário.
Garanto que muitos já ouviram aquela pergunta muito original: "sabe quando estamos no lugar e nos sentimos sozinhos?", pois bem, sabe? Você anda o mundo conhecendo gente, pensando que é amigo e que, na verdade, são nuvens, umas grandes, outras pequenininhas e você é a planta sendo molhada e aí você descobre que não anda o mundo, o mundo é uma esteira de academia, onde vc anda, anda e não sai do lugar, e quando olha para os lados, ou para cima, não tem regador nem nuvens, mas você cresce. Aí você vê, existem árvores que dão frutos e sombra. Existem as árvores que dão sombra, não frutos. Existem as árvores que matam qualquer outro tipo de planta que pense em nascer por perto - estas são as de nariz empinado - e existem as que nascem para serem arrancadas do chão e virarem móveis, mas quando você não acha sua função, que planta você é? Ultimamente tenho me achado erva-daninha, às vezes até imito outras pessoas para conquistar outras pessoas e aí - inspiro bem forte - descubro que ninguém me quer por perto. Não, não quero ler nos comentários: "excelente texto", pois este é o contrário da auto-ajuda, este texto é redundante, pois trata-se de auto-suicidio (sem mortes). Às vezes tudo roda sem eu mover um pé do chão, às vezes tudo passa sem eu cobrar um tostão e hoje eu tô aqui na frente desse computador escrevendo besteiras que se alguém ler, vai ficar por isso mesmo. Eu disse que era autor lá em cima? Às vezes acho que sou, mas de verdade, não sou nada, ouso citar a mulher que mais idolatro na literatura, Cecília Meireles:
Motivo
Eu canto porque o instante existe
e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
sou poeta.
Irmão das coisas fugidias,
não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento.
Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
- não sei, não sei. Não sei se fico
ou passo.
Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
- mais nada.
Cecília Meireles
mas mudo apenas um trecho, primeira estrofe:Eu canto porque sou chato
e a minha vida está incompleta.
Não sou alegre nem sou triste:
muito menos poeta.
Finalizo aqui meu período longo de baboseiras e, espero, nunca mais ter que escrever de cara limpa e deixar Barthes matar este autor(?) para que a imaginação flua nas entrelinhas da poesia do não-poeta aqui.
Anderson Rabelo
domingo, 4 de julho de 2010
No meio do escuro

Por sugestão de gil e em homenagem ao poste na frente da minha casa que me incomoda na hora de dormir e a Drummond por ter escrito esse poema besta meu Deus...
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No meio do escuro
No meio do escuro havia um poste
havia um poste no meio do escuro.
Eu dormiria muito mais feliz
se não fosse o miserável desse poste,
que havia no meio do escuro.
Aquilo mudou o meu sono!
Anderson Rabelo
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Quartas de final de um funcionário qualquer

Quartas de final de um funcionário qualquer
Sou brasileiro e não desisto nunca.
Sou brasil(eiro) e (não) desisto, nunca.
Sou brasil(trabalhador) e (não) desisto, nunca.
Sou trabalhador brasileiro e meu dinheiro não entrou,
desistir? Nunca, (des)classificados!
Quartas de final e jornal.
Get out boy!
Anderson Rabelo
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Poesia
Conto de fadas
terça-feira, 29 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
sábado, 12 de junho de 2010
...por falar em literatura...
...por falar em literatura....
blog novo na área, onde eu e mais duas estudantes de Letras (Milena Farias e Juliana Santos) fazemos um breve histórico da nossa literatura e nossos autores.
Acessa lá!!!
http://porfalaremliteratura.blogspot.com/
Anderson Rabelo






























