quinta-feira, 14 de abril de 2011

Desvaneios masculino


Desvaneios masculino

Todas as mulheres do mundo são uma só,
Mas eu insisto em querer apenas uma
Que não seja as outras, mas ela,
Simplesmente ela sem dores de parto,
Mas cores de amores
E cheiro de flores.
Amada, amante
Versos roubados, sim!
Eu quero todas e eu quero uma que não são todas,
Onde encontro?
Nem na minha sã mente louca,
Descrevo amores.
O sono bate, a porta bate, o tapa bate
Mas não acordo e continuo buscando a única
Que são todas,
Mas insisto em não saber.

Anderson Rabelo

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Choro de mulher



Choro de mulher

Se me perguntarem qual a coisa mais bonita que existe na mulher,
de imdiato respondo: a capacidade de chorar.
Todo homem é hipócrita.
Diz que não chora, mas despeja ao fim da noite suas lágrimas
em um travesseiro de desespero.

Anderson Rabelo

terça-feira, 22 de março de 2011

Se eu tivesse asas


Se eu tivesse asas

Se eu tivesse asas, o mundo seria pequeno,
não enxergaria o chão como enxergo hoje,
não enxergaria o mar da ponta da areia
nem viria o por-do-sol, jamais.
Se eu tivesse asas, enxergaria o céu,
pequenos pássaros voando,
a criança sorrindo com seu castelinho de areia
sonhando que é rainha até que o mar, dono da verdade, destroi seu sonho.
Mas ela se ergue e reconstroi seu castelo
e eu sigo voando em busca do infinito por-do-sol.

Anderson Rabelo

quarta-feira, 16 de março de 2011

Sentindo os sentidos



Sentindo os sentidos

sentimento é a o apogeu dos
sentidos, sentindo o sabor de quem
sente perto a presença outrora
sentida e por demais
sentimental eu sou,
sentindo amor,
sentido discretamente em
sensor apaixonante e amante
sem mais cantante, te amo, amém!

Anderson Rabelo

domingo, 13 de março de 2011

Desafios



Desafios

Eis o grande desafio diário,
superar as delícias e os sabores da lembrança,
superar as metas estabelecidas para adquirir novas,
superar as tristezas que se passaram ainda a pouco para usufruir alegrias,
superar os medos para adquirir coragem,
superar o sono para acordar
e o café já está pronto na sua xícara
para te dizer bom dia.

Anderson Rabelo

quarta-feira, 9 de março de 2011



O poema

O poema brota das minhas entranhas
tal qual as entranhas pulsam letras cuspidas e escarradas
esculpidas e encarnadas no meu semblante sério e alegre.
O poema nasce do coração,
o poema vive da emoção,
o poema se alimenta de toda a paixão existente ou não.

Anderson Rabelo

quinta-feira, 3 de março de 2011

Fervor



Fervor

O que vês pela escuridão
é a sombra do som que foi gritado
que nem assusta mais a matéria fundida
em aço líquido a mais de cem mil graus.
O que não vês é que no barquinho no meio do mar
à luz da lua navegam dois amantes fervorosos...

Anderson Rabelo

Cisquinho



Cisquinho

Fique de olho
atento a tudo
o que te rodeia
e esqueça
o cisco que te cega
e o resto é apenas sombra
daquilo que querias ver,
mas que não existe.

Anderson Rabelo

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Hard finger



Big Brother
Hard Finger
Bad Brother
Big Enemy
wow!!!

Anderson Rabelo

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Recicle


terça-feira, 22 de fevereiro de 2011






terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Dez poemas felizes




Poema I

As pessoas passam tão normais por mim,
umas tristes, outras emburradas, outras nem aí
e não percebem no canto da minha boca o sorriso que nasce
da alegria que habita em mim, sem motivo algum
acho que ouvi que me amavam.

Anderson Rabelo


Poema II

Eu posso contar teus dentes
eu posso enxergar tua língua
eu posso medir tua boca
só não posso contar teus sorriso, pois são muitos
e eu já perdi a conta deles.

Anderson Rabelo

Poema III

O Cravo sorriu pra Rosa
debaixo de uma sacada
O caco dos dois caiu
e eles deram uma gargalhada!

Anderson Rabelo

Poema IV

Tum-tum
- Quem bate?
- Sou eu?
- Eu quem?
- A Alegria!
- MENTIRA, ELA JÁ ESTÁ AQUI DENTRO!
A Tristeza ficou triste, não conseguiu enganar o coração.

Anderson Rabelo

Poema V

O V chamam de Vingança,
mas ele ficou chateado, virou de pernas pra o ar
amarrou as pernas e virou A de Amor.

Anderson Rabelo

Poema VI

Quase lá,
só falta um pouco pra o sol nascer
e com ele a majestade do novo dia
e do dia esquecido.
Quase lá.

Anderson Rabelo

Poema VII

Eu VI! EU VII SIM,
VIII um rastro de alegria passando por aqui,
o melancólico tem o pé no chão, a alegria não,
mas é melhor ser alegre, não é?
Então, abra um sorriso!!!

Anderson Rabelo

Poema VIII

Passou o tempo e nada de conserto,
trocaram as artérias, trocaram o sangue,
mas o coração ficou intacto, o que implica dizer
que a alegria não fugiu, ficou presa aqui
e nenhuma medicina me livrará dela.

Anderson Rabelo

Poema IX

Esse número parece baiano
IX(i) Maria, abriu um largo espaço
de um braço ao outro pra abraçar a vida
e dizer que é feliz.
Olha o sol sorrindo também!

Anderson Rabelo

Poema X

Não precisa ser mutante
nem X-Man pra ser feliz.
Basta abrir um leite condensado
colocar uma colher de chocolate,
levar ao forno e esperar desprender da panela
e um pouquinho de crença de que o outro está sim feliz.

Anderson Rabelo

É e não era



Era e não é

O mel toca a ponta da língua
e já não é mais doce.
A língua toca o céu da minha boca
e lá já é o inferno.
A boca sussura de carinho
e já são gritos de raiva
O carinho que vinha da sua mão
agora me bate.
A mão que era macia
agora pesa
E o travesserio que era de algodão
agora é tijolo
e minha cabeça doi
e o sangue pulsa forte
e o coração se rasga
e eu morro feliz.

Anderson Rabelo

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Siga





Siga

A vida tem que seguir
e você não pode ser atraso pra ninguém.
Escolha seu caminho.

Anderson Rabelo

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011



Engraçado como o presente
nos soa tão pretérito.

Anderson Rabelo

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

FDP

FDP

O palhaço é só um coitado que faz piada de sua própria vida.
Nós somos os filhos da puta que riem dele
e, assim, a vida segue.

Anderson Rabelo

Pesadelo

Tenho medo da interpretação que podem fazer à esse poema, mas poema é poema!
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Pesadelo

Um minuto
e tudo o que você acreditava
se torna um pesadelo.

Anderson Rabelo

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

De quem eu estou falando?


De quem eu estou falando?

É hoje que o carneiro vai pra o brejo!
Mas o ditado não dizia que era a vaca?
Sim, era a vaca, mas hoje, a vaca tá comendo capim,
mas o carneiro, esse tá escondendo o capim da vaca
e tá comendo sozinho,
no máximo, divide com sua ovelha
e só porque ela manda nele,
o carneiro tá indo pra o brejo,
só que com o empurrão do seu dono que não quer mais ele no seu pasto...

Anderson Rabelo

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Dor de dente



Esse negócio de presidenta ou presidente
me dá até dor de dente.
Rima tosca,
gêneros toscos,
president_ nova.
Preencham a lacuna na escola,
qualquer um é 10
ou melhor, 13!!!

Anderson Rabelo

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Perdido



Perdido

Estou perdendo a identidade,
os amigos, a poesia, a música.
Estou perdendo o ar,
a vontade, o medo, o desejo
estou perdendo o semblante,
o humor, talvez a alegria
já não sei quem sou,
já não sei se existo,
escrevo,
mas nem sei se já me perdi nas palavras.
Sei que estou perdido e (não) quero ser achado.

Anderson Rabelo

Canto iluminado


Canto iluminado

Canto iluminado
coberto de bênçãos e teorias
a base da vida e, quem diria
telefonemas frustrados
levados pelos cabos e conexões (tigre?)
arrastados pela correnteza de lágrimas
que rolam pelo rosto ao ouvir meu canto iluminado.

Anderson Rabelo

domingo, 19 de dezembro de 2010

Réu




Réu

Ouço o som do meu silêncio
e escrevo linhas descritas por outros
ouvindo o inaudível,
mexendo o imexível
e colhendo culpas das coisas que nem tenho
castigando a alma sem ela ter feito nada
e observando os pássaros cantarem de manhã felizes por serem aves.

Anderson Rabelo

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Bom dia (mesmo de noite)




Tem tempo que não escrevo não é? Desculpem, estava envolvido com as coisas da banda, mas retomo hoje com um Bom dia para vocês!!!

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Bom dia (mesmo de noite)

Quando abrimos a janela pela manhã e vemos o sol ali,
todo dia no mesmo lugar (mesmo que haja nuvens),
a gente nem imagina que a janela é só o laço do presente surpreendente que recebemos.
E olha que nem é o nosso aniversário!

Anderson Rabelo

sábado, 30 de outubro de 2010

Pela Primeira Vez


Música - Pela Primeira Vez
Anderson Rabelo
Vetor Sonoro
Clipe feito por mim também!
Ouçam!!!

Abraços,

Anderson Rabelo

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Decifra-me se puder

Decifra-me se puder

Eis o segredo da vida:
primeira pessoa do singular
no pretérito perfeito do verbo ver,
mais a sua raíz!

Anderson Rabelo

sábado, 11 de setembro de 2010

A Riscando




A Riscando

Risca à risca
e arrisca a vida
para não morrer.
Risco o risco
e arrisco tudo
para não perder.

Anderson Rabelo

domingo, 22 de agosto de 2010

Tente Mudar



Olá galera,

às vezes faço algo que não é da proposta do blog, porém quero anunciar à vocês a nova banda que tá começando a surgir aí, VETOR SONORO composta por

Anderson Rabelo (que por acaso sou eu) - Guitarra solo e vocal
Lucas Sniper - Guitarra base e vocal
Marilson Tupiniquim - Bateria
Mateus Silva - Baixo e Vocal

Espero que curtam o som da banda, esta é a nossa primeira gravação.

Quem quiser conhecer mais é só acessar: http://www.myspace.com/vetorsonoro

Um abraço a tod@s,

Anderson Rabelo

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

sem fim

Nu vens...


Nuvens vestidas

O que seria das nuvens
se elas voassem vestidas?

Nu vens

Lá vem você,
veste-se ou acaso
Nu vens para cá?

Anderson Rabelo

terça-feira, 10 de agosto de 2010



Por causa que

Falar errado é igual a fazer xixi fora do vaso.
Fazer xixi fora do vaso é igual a falar errado,
sabe porque?
Por causa que tá errado uai!

Anderson Rabelo

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Censura


Censura

Censura em 64
Chegou ao fim e veio a mim.
Que porra é essa que tu fez?
Censurado e fim.

Anderson Rabelo

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Adulteci


Adulteci

Quando vejo que adulteci
me assusto.

Anderson Rabelo

domingo, 1 de agosto de 2010

Bailando com a morte


Bailando com a morte

Quando eu morrer não derramem lágrimas sobre meu caixão,
reguem as plantas com elas, é mais necessário.
Quando eu morrer derramem, sim,
poemas,
gotas de tintas e,
se puder,
deixem uma caneta perto do meu coração,
significará que minha vida foi escrita com muito amor,
e que vivi de peito aberto ao mundo
e, agora, meu corpo escreve algo sob a terra.
Meu corpo é mais um livro que alguém leu, fechou e guardou.
Quem sabe no futuro alguém contará minha história?

Anderson Rabelo

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Trindade Santa


Trindade Santa

Sou um palhaço
que não ri da vida
nem sorri pra ela,
mas que se faz religião
entre o homem ,
o sorriso e a vida
Amém!

Anderson Rabelo

Olhos infantis


Olhos infantis

Nos olhos habita uma criança
que sequestra o adulto
e não enxerga o tempo
e embora o corpo cresça
a alma permanece jovem
embora o sol se ponha,
a luz ainda brilha nos olhos,
pois crianças tem medo do escuro.

Anderson Rabelo

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Vid(graç)a



Vid(graç)a

A vida é uma graça,
divirta-se de graça!

Anderson Rabelo

terça-feira, 20 de julho de 2010

Sono


Sono

O sono chega mansinho
quando o som do silêncio
soa no pé do ouvido baixinho...
soninho...

Anderson Rabelo

domingo, 18 de julho de 2010

Calaboca



Calaboca

Cale a sua boca!
Cale a boca!
Cala a boca!
Calaboca!
Cabô!

Anderson Rabelo

quinta-feira, 8 de julho de 2010

...de cara limpa... desabafo de um falso-poeta, falso-eu, falso, ah, vai, você entendeu!!!


...de cara limpa...

entre sois e luas com gotas de estrelas no céu, paro para falar de mim, sem o pó que a poesia usa
para maquear o poeta, ou, com essa onda de a morte do autor lançada por Barthes, e de pensarem que o texto é uma brincadeira de palavras. Gostaria de pensar a vida, a minha vida, gostaria de desabafar e não descarregar sobre ninguém um peso que é meu e que é tão grande que prefiro partilhar com quem lê este blog, abraçar a proposta verdadeira da blogsfera, mas não um diário.
Garanto que muitos já ouviram aquela pergunta muito original: "sabe quando estamos no lugar e nos sentimos sozinhos?", pois bem, sabe? Você anda o mundo conhecendo gente, pensando que é amigo e que, na verdade, são nuvens, umas grandes, outras pequenininhas e você é a planta sendo molhada e aí você descobre que não anda o mundo, o mundo é uma esteira de academia, onde vc anda, anda e não sai do lugar, e quando olha para os lados, ou para cima, não tem regador nem nuvens, mas você cresce. Aí você vê, existem árvores que dão frutos e sombra. Existem as árvores que dão sombra, não frutos. Existem as árvores que matam qualquer outro tipo de planta que pense em nascer por perto - estas são as de nariz empinado - e existem as que nascem para serem arrancadas do chão e virarem móveis, mas quando você não acha sua função, que planta você é? Ultimamente tenho me achado erva-daninha, às vezes até imito outras pessoas para conquistar outras pessoas e aí - inspiro bem forte - descubro que ninguém me quer por perto. Não, não quero ler nos comentários: "excelente texto", pois este é o contrário da auto-ajuda, este texto é redundante, pois trata-se de auto-suicidio (sem mortes). Às vezes tudo roda sem eu mover um pé do chão, às vezes tudo passa sem eu cobrar um tostão e hoje eu tô aqui na frente desse computador escrevendo besteiras que se alguém ler, vai ficar por isso mesmo. Eu disse que era autor lá em cima? Às vezes acho que sou, mas de verdade, não sou nada, ouso citar a mulher que mais idolatro na literatura, Cecília Meireles:

Motivo

Eu canto porque o instante existe
e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
sou poeta.

Irmão das coisas fugidias,
não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento.

Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
- não sei, não sei. Não sei se fico
ou passo.

Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
- mais nada.

Cecília Meireles

mas mudo apenas um trecho, primeira estrofe:

Eu canto porque sou chato
e a minha vida está incompleta.
Não sou alegre nem sou triste:
muito menos poeta.


Finalizo aqui meu período longo de baboseiras e, espero, nunca mais ter que escrever de cara limpa e deixar Barthes matar este autor(?) para que a imaginação flua nas entrelinhas da poesia do não-poeta aqui.

Anderson Rabelo

domingo, 4 de julho de 2010

No meio do escuro


Por sugestão de gil e em homenagem ao poste na frente da minha casa que me incomoda na hora de dormir e a Drummond por ter escrito esse poema besta meu Deus...

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No meio do escuro

No meio do escuro havia um poste
havia um poste no meio do escuro.
Eu dormiria muito mais feliz
se não fosse o miserável desse poste,

que havia no meio do escuro.
Aquilo mudou o meu sono!

Anderson Rabelo

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Quartas de final de um funcionário qualquer





Quartas de final de um funcionário qualquer

Sou brasileiro e não desisto nunca.
Sou brasil(eiro) e (não) desisto, nunca.

Sou brasil(trabalhador) e (não) desisto, nunca.

Sou trabalhador brasileiro e meu dinheiro não entrou,

desistir? Nunca, (des)classificados!

Quartas de final e jornal.

Get out boy!


Anderson Rabelo

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Poesia


Diferenças entre poesia e poema

Poesia

eu quero ver,
eu quero ver,
eu quero ver,
eu quero ver!

Poema

eu quero ler,
eu quero ler,
eu quero ler,
eu quero ler!

Anderson Rabelo

Conto de fadas


Conto de fadas

Ele beijou a princesa,
todos acharam lindo,
mas no felizes para sempre
existiu a TPM
e viveram nervosos algumas vezes.

Anderson Rabelo

Culpa


Culpa

Um erro
(errado)
e a bomba explode
(fode)

Anderson Rabelo

terça-feira, 29 de junho de 2010

Foice e mar(te)lo


Foice e mar(te)lo

Quando tudo foice e martelo
foi-se embora para o mar tê-lo

Anderson Rabelo

quinta-feira, 17 de junho de 2010

GREVE



GREVE,

Tudo estava em greve
quando uma mão foi lá
e desgrevou tudo!
Desgraçado!

Anderson Rabelo

sábado, 12 de junho de 2010

...por falar em literatura...




...por falar em literatura....


blog novo na área, onde eu e mais duas estudantes de Letras (Milena Farias e Juliana Santos) fazemos um breve histórico da nossa literatura e nossos autores.

Acessa lá!!!

http://porfalaremliteratura.blogspot.com/

Anderson Rabelo

terça-feira, 8 de junho de 2010

Fracasso


Fracasso

O fracasso sonda sua vida,
você tropessa, mas não cai
até o dia em que se esborracha
e o fracasso passa sangue no seu corpo
para os urubus virem comer sua carne
e cabe a você limpar-se das feridas
ou cair de vez no abismo do vazio da morte.

Anderson Rabelo

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Ser


Ser

Onde eu não tô
nem sempre eu sou.

Anderson Rabelo